Ontem pousou na rede o primeiro trailler de Carnage, novo longa de Roman Polanski. Como primeira impressão, impossível não notar o tom cômico da produção.
O elenco de peso é formado por Jodie Foster, John C. Reilly, Christoph Waltz e Kate Winslet.
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20 de agosto de 2011
4 de fevereiro de 2011
On The Road e Capitão América



Estas são as primeiras imagens do novo longa de Walter Salles. O diretor do também road movie Diários de Motocicleta está no comando da adaptação do clássico beat de Jack Kerouac, On The Road. Nas fotos, Kristen Stewart, Garret Hedlund e Sam Riley.
O elenco ainda conta com nomes interessantes como o de Viggo Mortensen e Steve Buscemi.
Há uma expectativa, principalmente por gostar da direção de Salles, e mais ainda por gostar do dinamismo despretensioso do livro de Kerouac.
As fotos foram divulgadas ontem pelo site francês Comme au Cinema.
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Editando o post, a Marvel divulgou em seu site oficial o primeiro cartaz de Capitain America: The First Avenger.
E eu que não fui muito com a cara do uniforme no início, começo a mudar de idéia. ;D
19 de janeiro de 2011
O novo Aranha...
Taí. E eu que não conseguia enxergar mais ninguém além de Tobey Maguire na pele de Peter Parker/Aranha... pagando a minha língua. Gostei muito do uniforme. E de Andrew Garfield dando corpo ao personagem.

Tá com cara de que vai prestar! ;D
O MovieWeb colocou no ar hoje dois vídeos curtinhos do cabeça-de-teia em uma provável cena, além de fotos do set. Bacanão dar uma conferida!
21 de agosto de 2010
Don't Look Up.

Quando ouço juntas as palavras "ficção científica" e "baixo orçamento" eu já fico serelepe! Este pôster e este trailer só fizeram aumentar a expectativa. A essa altura deve tá todo mundo sabendo que se trata da nova colaboração da dupla Colin e Greg Strause, que entre coisas não tão bacanas, foram responsáveis pelos efeitos visuais de Benjamin Button e Avatar. Já tem gente dizendo que se trata de o novo Independence Day... Eu prefiro acreditar que esteja mais pra District 9.
Agora diz aí, legal demais essa coisa de abdução em massa, não?
28 de janeiro de 2006
Prewiew 2006
Em tempo, 2006 se inicia, e eu começo a pagar aqui a minha língua... Segundo estatísticas nada comprovadas, cerca de 2.500 filmes entrarão em cartaz no planeta ao longo dos vindouros doze meses. Obviamente não verei todos. Ao menos não neste ano. Daí fiz uma pequena setlist do que quero de fato ver. Sim, é uma lista, e daí?
Brokeback Moutain
Munique
Capote
The Libertine
Boa Noite e Boa Sorte
Syriana
Superman - O Retorno
Silent Hill (porque eu jogava Silent Hill, ora!)
The Departed
300
Grind House (Tarantino e Rodriguez? Ahhhhhhhhhhhhhh!)
The Black Dhalia
X-Men 3
Chronicles
Sin City 2 (claro, ora.)
The Good German
Inside Man
The Fountain (não perco Aronofski no seu primeiro blockbuster nunca!)
O Código Da Vinci
Southland Tales (Richard Kelly e The Rock?! Não perco também!)
V for Vendetta (na cara, né?)
Lady in the Water (porque eu gosto de Shyamalan)
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Soldado Anônimo




Jarhead, EUA, 2005. DE Sam Mendes. COM Jake Gyllenhaal, Peter Sarsgaard, Jamie Foxx, Chris Cooper, Dennis Haysbert. 123 MIN. UIP. DRAMA
Quando o diretor de Beleza Americana anunciou que faria um filme sobre a Guerra do Golfo, os liberais soltaram fogos de artifício - afinal, um iglês inteligente e sem medo de colocar o dedo na ferida seria mais que bem-vindo para criticar a presença americana no Iraque e a posterior invasão àquele país. Ao final de Soldado Anônimo, a única hora em que lembramos que os Estados Unidos passaram por cima da ONU há três anos para "encontrar armas de destruição em massa" é na frase derradeira do protagonista, o mariner Tony Swofford: "Ainda estamos no deserto". Claramente despolitizado - para desapontamento de muitos -, o filme de Sam Mendes bebe da fonte de Apocalipse Now e Nascido para Matar (a cena inicial é uma hoemnagem explícita) para mostrar que a guerra é estrelada também por inocentes, recrutados em seus destinos de peões de um maquinário bilionário por peixes tão graúdos em seus destinos que não deixam suas salas com ar-condicionado nem mesmo para tomar um café.
O atestado de Soldado Anônimo é claro e fica mais interessante com um pouco mais de degustação pós-filme. Mendes não soca o telespectador com sangue e não cria soldados em ação. Ele mostra que muitos daqueles jovens estão no deserto por falta de opções, por desesperança pelo futuro e pela criação do país. O longa triunfa por criar seres humanos como qualquer outro, treinados para combater, mas que nunca chegam ao clímax por estar diante de uma guerra muito maior por trás dos panos. Ficamos com ótimas frases de efeitos ("Me alistei porque me perdi no caminho entre o colégio e a faculdade, senhor!") situações redentoras (quando toca "Break on Through", do The Doors, Swofford exige uma canção própria, já que aquela era do Vietnã) e desesperadoras. Trocando o muck pela humanização, Soldado Anônimo perde em termos cinematográficos, em contrapartida, ganha muito no quesito originalidade.
Brokeback Moutain
Munique
Capote
The Libertine
Boa Noite e Boa Sorte
Syriana
Superman - O Retorno
Silent Hill (porque eu jogava Silent Hill, ora!)
The Departed
300
Grind House (Tarantino e Rodriguez? Ahhhhhhhhhhhhhh!)
The Black Dhalia
X-Men 3
Chronicles
Sin City 2 (claro, ora.)
The Good German
Inside Man
The Fountain (não perco Aronofski no seu primeiro blockbuster nunca!)
O Código Da Vinci
Southland Tales (Richard Kelly e The Rock?! Não perco também!)
V for Vendetta (na cara, né?)
Lady in the Water (porque eu gosto de Shyamalan)
felipe, editor cine art
Soldado Anônimo
Jarhead, EUA, 2005. DE Sam Mendes. COM Jake Gyllenhaal, Peter Sarsgaard, Jamie Foxx, Chris Cooper, Dennis Haysbert. 123 MIN. UIP. DRAMA
Quando o diretor de Beleza Americana anunciou que faria um filme sobre a Guerra do Golfo, os liberais soltaram fogos de artifício - afinal, um iglês inteligente e sem medo de colocar o dedo na ferida seria mais que bem-vindo para criticar a presença americana no Iraque e a posterior invasão àquele país. Ao final de Soldado Anônimo, a única hora em que lembramos que os Estados Unidos passaram por cima da ONU há três anos para "encontrar armas de destruição em massa" é na frase derradeira do protagonista, o mariner Tony Swofford: "Ainda estamos no deserto". Claramente despolitizado - para desapontamento de muitos -, o filme de Sam Mendes bebe da fonte de Apocalipse Now e Nascido para Matar (a cena inicial é uma hoemnagem explícita) para mostrar que a guerra é estrelada também por inocentes, recrutados em seus destinos de peões de um maquinário bilionário por peixes tão graúdos em seus destinos que não deixam suas salas com ar-condicionado nem mesmo para tomar um café.O atestado de Soldado Anônimo é claro e fica mais interessante com um pouco mais de degustação pós-filme. Mendes não soca o telespectador com sangue e não cria soldados em ação. Ele mostra que muitos daqueles jovens estão no deserto por falta de opções, por desesperança pelo futuro e pela criação do país. O longa triunfa por criar seres humanos como qualquer outro, treinados para combater, mas que nunca chegam ao clímax por estar diante de uma guerra muito maior por trás dos panos. Ficamos com ótimas frases de efeitos ("Me alistei porque me perdi no caminho entre o colégio e a faculdade, senhor!") situações redentoras (quando toca "Break on Through", do The Doors, Swofford exige uma canção própria, já que aquela era do Vietnã) e desesperadoras. Trocando o muck pela humanização, Soldado Anônimo perde em termos cinematográficos, em contrapartida, ganha muito no quesito originalidade.
Por Felipe Mappa
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